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Cunhado matou menina de 12 anos sumida em Apodi, diz polícia

Ossada que pode ser de Maria Carla da Silva foi encontrada na zona rural de Apodi com a ajuda do principal suspeito, seu cunhado, Paulo Batista de Souza, que teria confessado o crime

outubro 17, 2018 às 18:36 - Por: Redação OP9

Principal suspeito apontou local onde estaria a ossada da menina de 12 anos desaparecida em Apodi. Foto: PM/Divulgação

Principal suspeito apontou local onde estaria a ossada da menina de 12 anos desaparecida em Apodi. Foto: PM/Divulgação

A polícia desvendou nesta quarta-feira (17) o desaparecimento de Maria Carla da Silva, 12 anos, que sumiu dia 18 de setembro, na cidade de Apodi, a 340 quilômetros de Natal. Ela foi morta e o principal suspeito é Paulo Batista de Souza, 23 anos, seu cunhado, que foi preso pela Polícia Civil da cidade. De acordo com informações dos policiais, ele teria confessado o crime.

O suspeito é casado com uma irmã de Maria Carla, que está grávida. A vítima é a filha mais nova da dona de casa Antonia Rosilânia Paiva e do agricultor José Pedro da Silva, que são divorciados. Os restos mortais foram encontrados num matagal próximo a uma propriedade chamada Sítio do Gois, que fica a 10 quilômetros do centro da cidade.

A ossada foi recolhida, levada para o Itep de Mossoró e será examinada para confirmar se é mesmo da menina desaparecida. Os policiais conseguiram chegar aos restos mortais com a ajuda de Paulo de Souza.

Uma equipe da TV Ponta Negra, composta pelo jornalista Vilsemar Alves e o repórter cinematográfico Joaquim Marcelino, esteve no local e produziu reportagem exclusiva. No momento que eles estavam na frente da delegacia, entrevistando Paulo de Souza, os familiares da menina tentaram espancar o suspeito.

O cunhado da menina está envolvido no caso desde o início. De acordo com informações da família, no dia do desaparecimento, ele ficou responsável de levar a criança até a casa de uma irmã dela. A família mora no centro de Apodi. Paulo de Souza deveria deixá-la no bairro Baixa do Caic.

Ele afirmou ter deixado ela no local. A família disse que a garota jamais entrou na casa da irmã. Desde então ela não foi mais vista. No dia 20 de setembro os familiares já tinham informado à polícia sobre o desaparecimento e iniciaram uma campanha para tentar encontrá-la.

Na época, o delegado Rafael Câmara, da delegacia de Apodi, informou ter recebido muitas informações, mas nenhuma era verdadeira. Agora a polícia acredita ter resolvido o caso.

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