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Corpo de Luiz Benes Júnior, morto durante sequestro, é velado

À tarde, uma missa de corpo presente será celebrada no local. Sepultamento deve ocorrer na cidade de Lajes, cidade na qual o pai do adolescente, Luiz Benes foi prefeito

agosto 16, 2018 às 08:40 - Por: Redação OP9

Cemitério Morada da Paz localizado no bairro Emaús, em Parnamirim, recebe familiares e amigos de Luiz Benes Júnior Foto: Ítalo Amorim/TV Ponta Negra

Cemitério Morada da Paz localizado no bairro Emaús, em Parnamirim, recebe familiares e amigos de Luiz Benes Júnior Foto: Ítalo Amorim/TV Ponta Negra

O velório de Luiz Benes Júnior, de 16 anos, filho do ex-prefeito de Lajes Benes Leocádio, morto durante uma tentativa de sequestro nessa quarta-feira em Natal, começou por volta das 7h desta quinta-feira (16). A cerimônia ocorre no Centro de Velório Morada da Paz, em Parnamirim, Região Metropolitana da capital potiguar. Às 15h, uma missa de corpo presente será celebrada no local. O sepultamento será em Lajes, a 104 quilômetros de Natal. Por enquanto, a movimentação no cemitério ainda é pequena.

O adolescente morreu após ser rendido e levado por dois suspeitos por volta das 16h. A abordagem ocorreu na Avenida Romualdo Galvão, bairro do Tirol, na Zona Leste de Natal. Luiz Benes foi baleado em uma troca de tiros entre os suspeitos e policiais na Avenida Moema Tinôco, durante perseguição ao carro em que os bandidos seguiam com a vítima. O jovem foi socorrido em estado grave na Unidade de Pronto Atendimento do bairro de Pajuçara, Zona Norte da capital potiguar, e faleceu no início da noite.

A Secretária de Segurança de Segurança e Defesa Social, delegada Sheila de Freitas, emitiu nota sobre a morte do adolescente lamentando o ocorrido. “Hoje, durante mais uma ação contra o crime, perdemos mais uma vida. A vida de mais um jovem. Mas o crime não vai nos vencer. O crime que toma conta do país, e que aqui se instalou, não vai vencer o Estado do Rio Grande do Norte”, declarou. A morte do jovem será apurada em dois inquéritos independentes: um conduzido pela Polícia Militar, que vai investigar se o tiro que atingiu a vítima foi disparado por algum dos policiais que participavam da perseguição, e outro pela Polícia Civil, cujo intuito é identificar e indiciar os envolvidos no crime.

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