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Death Mantra: Fernando Chavez lança livro e exposição no sábado

Projeto multiplataforma, que inclui ilustrações, telas e tatuagens, conta a história de um mundo de ficção científica pós-apocalíptico. Lançamento será no Cripta Estúdio, no bairro do Espinheiro

julho 11, 2019 às 17:02 - Por: Redação OP9

Fernando Moraez Chavez/Instagram

Fernando Moraez Chavez (Hannah Carvalho/Instagram)

Desenvolvido ao longo dos últimos dois anos, o projeto Death Mantra, do artista e tatuador Fernando Moraez Chavez, ganha neste sábado (13) uma exposição com 17 telas e um livro de 95 páginas, ambos lançados no Cripta Estúdio (Rua Leste, 75 – Espinheiro), a partir das 17h. O evento é gratuito, e contará com o próprio artista no som, além dos convidados Kerda, Gust, Raimundo Sena e Guilherme Paz.

Death Mantra é um projeto multiplataforma, que inclui as ilustrações que estão no livro, telas e tatuagens que Fernando tem feito nos últimos meses, todas dentro do mesmo cenário de ficção científica pós-apocalíptica. “É um mundo pensado, alfabeticamente, sonoramente, história e personagens”, explica Fernando.

No universo criado pelo artista, uma catástrofe ocorrida em 2022 leva a uma Terceira Guerra Mundial, desastres nucleares nas maiores nações e mais de 8 bilhões de humanos mortos. Desse cenário, dois agrupamentos humanos se destacam. Habitantes da Groenlândia, que se protegeram antes dos desastres, tiveram menos contato com a radioatividade mortal e desenvolveram uma mutação que faz com que eles possam fazer fotossíntese e cultivar plantas em seus próprios organismos. Do outro lado, na África, a radiação criou os chamados meta-telepatas, os únicos seres que conseguem se comunicar a longas distâncias neste mundo sem internet.

“O Death Mantra é a parte mais primitiva de universo que venho propondo há alguns anos. É a caligrafia dos humanos que sofreram com os efeitos da radiação, e os portais do nosso mundo. Todos os quadros da exposição são feitos com pincéis e traços repetidos quatro vezes, ou até 6 nesse processo. Máquinas de arte utilizadas por um humano em sua necessidade de expressão, e entendimento da descoberta da ancestralidade dos cálculos das formas milenares da natureza abstrata”, explica Fernando.

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