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Topógrafo e taxista presos por tráfico de drogas na Zona Norte

Os suspeitos foram abordados dentro de um táxi. Eles transportavam cerca de meio quilo de cocaína

Maio 15, 2019 às 11:17 - Por: Redação OP9

Ao serem questionados, nenhum dos suspeitos assumiu a propriedade da droga. Foto: Divulgação / PF

Ao serem questionados, nenhum dos suspeitos assumiu a propriedade da droga. Foto: Divulgação / PF

O equivalente a meio quilo de cocaína foi apreendido em posse de um topógrafo e um taxista nas imediações da estrada de Mumbeca, no bairro de Guabiraba, na Zona Norte do Recife. Wagner Feitosa de Azevedo, 36, vulgo “Bam Bam” e Elvis Rodrigues de Lima, 45, foram levados para a Superintendência da Polícia Federal no Cais do Apolo e passaram por audiência de custódia. Elvis foi liberado e Wagner foi conduzido para o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel). As prisões aconteceram no dia 9, mas só foram divulgadas na manhã desta quarta-feira (15).

De acordo com a Polícia Federal (PF), os policiais receberam informações do possível envolvimento do taxista Elvis Rodrigues com o tráfico de drogas. O veículo dele foi identificado como suspeito e abordado por volta das 21h da quinta-feira (9). Durante vistoria no interior do táxi, os agentes encontraram cerca de 500 gramas de cocaína no porta-luvas. Também foram apreendidos o veículo e os aparelhos celulares dos suspeitos.

Ao serem questionados sobre o entorpecente, os ocupantes, de acordo com a PF, ficaram imputando um ao outro a propriedade do entorpecente. Em depoimento, o topógrafo afirmou que a droga pertencia ao taxista e que estava no veículo apenas para receber um dinheiro de uma dívida. Ele afirmou ainda que Elvis teria estacionado o táxi num posto de gasolina em Carpina e lhe entregou o pacote para que fosse colocado no porta-luvas.

Já o taxista contou aos policiais que o topógrafo lhe contratou para uma corrida até Carpina. Lá, um motoqueiro teria entregue a droga para Wagner, que colocou o material no porta-luvas. Ambos foram autuados em flagrante pela prática de tráfico de entorpecentes,  artigos 33 da Lei 11.343/2006. 

Por não ter antecedentes criminais, Elvis foi liberado após audiência de custódia. No entanto, Wagner já respondia por um homicídio na comarca de Jaboatão e teve sua prisão preventiva decretada. Caso venham a ser condenados, poderão pegar penas que variam de 5 a 15 anos de reclusão.

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