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Acusado de matar pedagoga Sandra Lúcia em 2016 é julgado em Olinda

Crime aconteceu na madrugada do 27 de novembro de 2016, no apartamento do casal, em Jardim Atlântico. Vítima foi morta pelo marido por asfixia

dezembro 6, 2018 às 13:00 - Por: Redação OP9

O acusado de assassinar a psicopedagoga Sandra Lúcia Sá da Silva, 57 anos, no município de Olinda, na Região Metropolitana do Recife (RMR), está sendo julgado nesta quinta-feira (6), na Vara Tribunal do Júri de Olinda. Presidido pela juíza Flávia Fabiane, o júri popular de Jorge Luis Cavalcanti, com 51 anos na época do crime e companheiro da vítima, começou por volta das 9h e não tem previsão de horário para terminar. O assassinato aconteceu na madrugada do 27 de novembro de 2016, em um apartamento localizado na Rua José Mariano, no bairro de Jardim Atlântico. Sandra foi morta por asfixia.

Sandra Lúcia tinha 57 anos e era psicopedagoga. Foto: Reprodução/TV Clube

Sandra Lúcia tinha 57 anos e era psicopedagoga. Foto: Reprodução/TV Clube

Já prestaram depoimento durante a manhã um policial militar que atendeu à ocorrência e um casal de vizinhos de Sandra e Jorge, os primeiros a perceber que algo errado havia acontecido no dia 27 de novembro. Um vídeo exibido no auditório do júri pode ajudar na compreensão do motivo do crime. As imagens mostram uma mulher, que seria amante do acusado, afirmando que dias antes do crime acontecer a psicopedagoga tinha descoberto o relacionamento extraconjugal.

Relembre o caso

Jorge Cavalcanti matou a companheira Sandra Lúcia asfixiada e depois tentou tirar a própria vida, cortando os pulsos e a garganta. De acordo com familiares da vítima, o casal estava junto havia cerca de quatro anos e aparentava ter uma relação saudável, tanto que o crime foi um choque para parentes e vizinhos. A pedagoga tinha três filhos do primeiro casamento, dois dos quais moravam com o casal, mas eles estavam fora de casa no momento em que a mãe foi morta.

Depois do crime, Jorge foi preso em flagrante, mas precisou ficar internado por cerca de seis meses no Hospital da Restauração (HR), no Derby, área central do Recife. Depois da alta, ele foi encaminhado para Centro de Observação e Triagem (Cotel), em Abreu e Lima, na RMR, onde passou apenas um mês e conseguiu a prisão domiciliar por conta do estado debilitado de saúde.

Cerca de um ano após o crime, em novembro de 2017, o acusado teve a prisão domiciliar convertida em preventiva e voltou para o Cotel após a irmã de Sandra Lúcia solicitar um novo laudo médico do ex-cunhado.

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