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Empregada é presa e idoso segue foragido por morte de artista plástica

Polícia Civil desvendou crime que aconteceu no mês de fevereiro. Mulher de 73 anos foi assassinada após ser agredida

dezembro 13, 2018 às 17:09 - Por: Redação OP9

Na foto, assassino posa ao lado da vítima morta no mês de fevereiro. Foto: Divulgação/ Polícia Civil

Na foto, assassino posa ao lado da vítima morta no mês de fevereiro. Foto: Divulgação/ Polícia Civil

Quase dez meses após a morte de Elisabete de Oliveira Serrano, em Campina Grande, a Polícia Civil conseguiu desvendar o caso. De acordo com o delegado Pedro Ivo, a empregada da vítima e um idoso amigo da família são os responsáveis pelo assassinato da artista plástica. A empregada Joana D’Arc da Silva foi presa e Heleno Alves de Freitas segue foragido.

A dupla responsável pelo crime forjou a causa da morte da falecida, produzindo documentos falsos e fazendo constar causa indeterminada para o seu falecimento. A partir da exumação do cadáver, com a realização de exame médico, constatou-se que a real causa da morte foi “provocada por instrumento cortocontundente”, mediante agressão física, causando traumatismo craniano e hemorragia cerebral.

As investigações sobre o caso começaram após a família de Elisabete desconfiar do acontecido e procurar a Polícia Civil para adoção das providências cabíveis. A vítima tinha 73 anos de idade e o homicídio aconteceu no dia 26 de fevereiro de 2018. A polícia continua em diligências com o objetivo de prender o assassino que está foragido.

“A família desconfiou por causa do comportamento da dupla (empregada e idoso). Eles estavam dificultando o acesso a alguns documentos. Daí começaram as investigações. Inicialmente o caso era tratado como morte natural, já que ela morreu em casa por causa de um forjado infarto seguido de uma queda. Mas o que estranhou mesmo foi o homem dar entrada no inventário e constar que ele tinha um relacionamento com a senhora morta”, explicou o delegado.

A empregada Joana D’Arc foi presa na quarta-feira (13) à noite e vai passar por audiência de custódia ainda nesta quinta-feira. Na época do crime, Elisabete foi enterrada como se nada tivesse acontecido e os mentores do assassinato participaram do velório e enterro.

Empregada foi presa por participar da morte da artista plástica de 73 anos de idade. Foto: Divulgação/ Polícia Civil

Empregada foi presa por participar da morte da artista plástica de 73 anos de idade. Foto: Divulgação/ Polícia Civil

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