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Casos de violência contra a mulher aumentaram na Paraíba em 2018

É recomendado que as vítimas procurem a Delegacia da Mulher para denunciar o agressor e solicitar medida protetiva

Janeiro 11, 2019 às 09:29 - Por: Redação OP9

A violência contra a mulher não tem idade e nem classe social. As agressões físicas e psicológicas causam, além do sofrimento, danos à vida, à integridade física e à saúde. No Centro de Referência da Mulher, em Campina Grande, cerca de 4 mil mulheres foram atendidas entre os anos de 2013 e 2018. Os casos de mortes na Paraíba em decorrência da violência também são crescentes. No ano de 2017, 76 mulheres foram assassinas. Em 2018, houve 80 casos registrados.

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Os relatos de quem procura o Centro de Referência são bastante parecidos. Uma das vítimas, que preferiu não ser identificada, relatou que foi casada por 18 anos e sofreu violência doméstica por mais de 10 anos. “Ele não queria que eu tivesse contato com ninguém, tinha ciúmes das pessoas que se aproximavam, não queria que eu estudasse nem trabalhasse. Quando eu pedi a separação, ele entrou em um estabelecimento, me puxou pelos cabelos na frente de todo mundo e me jogou no chão”, disse.

No dia 20 de dezembro um homem foi preso por ter incendiado a casa da companheira no bairro Araxá, em Campina Grande, após uma discussão. O incêndio fez com que a mulher perdesse todos os móveis e a casa. No dia 11 de dezembro, uma mulher teve a casa incendiada pelo ex-marido porque ele não aceitava a separação. As chamas destruíram vários objetos. As vítimas devem procurar uma Delegacia da Mulher para denunciar o agressor e solicitar uma medida protetiva.

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