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Sem estados, municípios e militares é “meia reforma”, diz secretário

Secretário de Finanças do RN, Aldemir Freire, afirma que não dá para chamar de reforma da Previdência o texto que deve ser votado na Câmara dos Deputados esta semana

julho 8, 2019 às 18:30 - Por: Everton Dantas

Para secretário de Finanças do RN, Aldemir Freire, texto aprovado é "meia reforma" da Previdência. Foto: Seplan

Para secretário de Finanças do RN, Aldemir Freire, texto aprovado é “meia reforma” da Previdência. Foto: Seplan

“Não dá para se chamar reforma da Previdência um processo que deixa de fora estados, municípios e militares”. A opinião é do secretário de Planejamento do Rio Grande do Norte, Aldemir Freire. Segundo ele, caso a exclusão dos estados transformou o projeto em uma “meia reforma”.

A opinião foi dada a jornalistas do jornal O Globo e publicada em reportagem mostrando que o “Gasto com PMs e bombeiros inativos já supera o de ativos em 14 estados”. O Rio Grande do Norte é um desses estados. De acordo com o levantamento, o RN gasta 49% com ativos e 51% com inativos.

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Aldemir Freire disse que se os trechos retirados fossem mantidos, o Rio Grande do Norte conseguiria economizar R$ 7,4 bilhões em dez anos, sendo R$ 1 bilhão só com a mudança na Previdência dos militares.

“Não dá para se chamar reforma da Previdência um processo que deixa de fora estados, municípios e militares. No Rio Grande do Norte, o déficit da Previdência dos militares representa 10% do rombo previdenciário total (hoje em R$ 1,7 bilhão)”, afirmou.

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