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Inquérito apura se ex-servidora morava no AM e recebia pela ALRN

Promotor que determinou abertura de investigação convocou a principal envolvida na operação Dama de Espadas, Rita das Mercês, para prestar esclarecimentos sobre o caso

junho 7, 2019 às 13:50 - Por: Everton Dantas

Investigação requisitou á ALRN a ficha funcional da servidora. Foto: ALRN

Investigação requisitou à ALRN a ficha funcional da servidora. Foto: ALRN

O Ministério Público abriu um inquérito para apurar se uma ex-servidora da Assembleia Legislativa teria recebido salários enquanto residia no estado do Amazonas, na região Norte do Brasil. Um detalhe é que por conta dessa investigação, quem foi chamada para prestar esclarecimento foi a ex-procuradora da Assembleia, Rita das Mercês.

Ela é o principal nome da operação “Dama de Espadas”, que apura desvios milionários no Legislativo potiguar; e que envolve políticos, magistrados e conselheiros. “Rita da Mercês será chamada porque é colaboradora e foi uma das peças importantes no desvio de dinheiro da ALRN através de fantasmas”, explicou o promotor Márcio Cardoso Santos.

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A ex-procuradora deverá se apresentar na promotoria dia 13 de junho para prestar esclarecimentos sobre o caso. Segundo Márcio Cardoso Santos, tudo começou após surgir a informação de que a “ex-servidora tinha uma empresa no Amazonas”. “Essa informação foi repassada pelo Caop e a investigação ainda está engatinhando, mas o objetivo é descobrir se a investigada morava lá no AM e recebia da ALRN”, disse.

Portaria que instaura inquérito para apurar se ex-servidora morava no AM e recebia pela ALRN foi publicada no Diário Oficial.

Portaria que instaura inquérito para apurar se ex-servidora morava no AM e recebia pela ALRN foi publicada no Diário Oficial.

Para esclarecer a questão, o promotor requisitou junto à ALRN a ficha financeira da ex-servidora. O nome dela “consta na DIRF da ALRN nos anos de 2009, 2010 e 2011”. Foi também pedido à Junta Comercial do Estado do Amazonas “cópia dos atos constitutivos e aditivos da empresa” que seria ligada à ex-servidora. A portaria instaurando o inquérito foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (7) e pertence à 44ª promotoria da Justiça de Natal. O inquérito foi aberto dia 4 de junho.

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