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Deputado do PP tenta explicar voto a favor da reforma da previdência

Beto Rosado (PP) está usando suas redes sociais para explicar que é contra a reforma e que votou apenas “pela constitucionalidade” do texto na Comissão de Constituição e Justiça

Abril 29, 2019 às 18:03 - Por: Everton Dantas

Após voto favorável à reforma da Previdência, na CCJ, deputado afirma estar sendo alvo de ataques. Foto: Instagram/Beto Rosado

Após voto favorável à reforma da Previdência, na CCJ, deputado afirma estar sendo alvo de ataques. Foto: Instagram/Beto Rosado

O deputado federal Beto Rosado (PP-RN) tem tido trabalho para explicar seu voto favorável à reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. O parlamentar foi o único do Rio Grande do Norte a participar da votação que aprovou por 46 votos a favor o texto da reforma.

Logo após a votação, que aconteceu dia 23 de abril, começaram a circular postagens sobre o posicionamento do deputado mossoroense, o que ele têm classificado como ataques e “fake news”. A primeira postagem tentando explicar seu posicionamento foi dia 24, no instagram.

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“Eu sou contra diversos pontos que estão na proposta de reforma da previdência e continuarei sendo. Muito provavelmente, eu vou votar contrário à PEC no plenário, a não ser que tenhamos uma reforma mais justa. Principalmente para os trabalhadores rurais e beneficiários do BPC”, disse. E acrescentou: “O que votei na CCJ foi pela constitucionalidade. Uma coisa é analisar o mérito constitucional, outra é o impacto dela na vida do cidadão”.

No domingo (28) o deputado tentou novamente. “Pessoal, nos últimos dias venho sendo vítima de diversos ataques por uma situação criada através das fakes news. Desta vez, o assunto foi a reforma da previdência”, disse.

“Como já me posicionei publicamente, sou totalmente contra diversos pontos que estão na proposta de reforma e continuarei sendo, caso ela continue do jeito que está. Também me posicionei a respeito dos trabalhadores rurais e beneficiários do BPC, que vejo de forma bem injusta a proposta oferecida”, explicou.

E arrematou: “O que votei na CCJ foi pela admissibilidade, e não pela aprovação da reforma como um todo, como vem sendo divulgado por aí. A reforma ainda será votada no plenário. Em um momento como esse é primordial prezar pelo debate justo e democrático e não disseminar notícias falsas, que além de confundir, atrapalham a vida do cidadão brasileiro”.

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