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Wolney diz que a fama de Túlio é grande, mas não dá poderes a ele no partido

Declaração foi dada pelo presidente estadual do PDT como uma resposta à intenção de Túlio Gadêlha de pedir o fim da comissão provisória que preside

Abril 9, 2019 às 15:31 - Por:

Wolney Queiroz disse que Túlio não reclamava da comissão provisória quando fazia parte dela. Foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

Wolney Queiroz disse que Túlio não reclamava da comissão provisória quando fazia parte dela. Foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

As movimentações do deputado federal Túlio Gadêlha (PDT), ao que parece, não pegaram muito bem dentro do partido. Ao saber que o correligionário quer pedir o fim da comissão provisória que preside, o deputado federal Wolney Queiroz, ironizou: “A fama de Túlio é grande, mas não dá poderes a ele para definir o fim ou a continuidade da comissão provisória de Pernambuco”.

Para Wolney, a intenção de Túlio, cotado para disputar a Prefeitura do Recife em 2020, é curiosa porque só foi proposta agora. “O próprio Túlio já integrou essa comissão provisória. Curioso é que naquela época ele não reclamava dela”, disse. Segundo ele, os integrantes da comissão provisória foram os responsáveis pelo crescimento do partido nos últimos 25 anos, sendo dignos de respeito e de homenagens.

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Na quarta-feira (8), Túlio disse que o correto, de acordo com o estatuto da legenda, é que haja uma votação para escolha dos diretórios estadual e municipal. Atualmente os cargos na direção foram indicações do presidente presidente nacional, Calor Lupi, porque a comissão provisória, que deveria funcionar apenas por seis meses, é renovada há 25 anos.

Wolney respondeu, no entanto, que a questão não é prioritária. “Temos um quadro de ataque aos direitos dos trabalhadores, de concentração de renda, de desemprego galopante, portanto temos inimigos a enfrentar, e eles não estão dentro do partido”.

O parlamentar faz referência às propostas do governo de Jair Bolsonaro (PSL), a exemplo da reforma da Previdência, que deverá ser votada na Câmara Federal até o primeiro semestre do ano.

Rebeca Silva

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