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Doze nordestinos conquistam cadeira na CPMI das Fake News. Veja quem são

Comissão Parlamentar Mista de Inquérito foi instalada nesta quarta-feira (4) no Congresso Nacional, em Brasília, e vai investigar os ataques cibernéticos que atentam contra a democracia

setembro 4, 2019 às 15:35 - Por:

CPMI da Fake News terá o senador Ângelo Coronel, da Bahia. Foto: Reprodução/TV Senado

CPMI da Fake News terá o senador Ângelo Coronel, da Bahia. Foto: Reprodução/TV Senado

Doze deputados e senadores nordestinos vão compor a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News instalada nesta quarta-feira (4) no Congresso Nacional, em Brasília. O colegiado, formado por 32 membros, vai investigar os “ataques cibernéticos que atentam contra a democracia e o debate público”.

A comissão, que terá até 23 de dezembro deste ano (180 dias) para finalizar os trabalhos, também vai apurar a “utilização de perfis falsos para influenciar os resultados das eleições de 2018, além da prática de ciberbullying contra autoridade e cidadãos vulneráveis.

A escolha dos integrantes se deu por blocos parlamentares. A Bahia foi o estado da região com mais espaços no grupo. Além da presidência, com o senador Ângelo Coronel (PSD), e da relatoria, com a deputada Lídice da Mata (PSB), os baianos conquistaram mais duas vagas, com os deputados Arthur Oliveira Maia (DEM) e Bacelar (Podemos).

O Ceará conseguiu duas vagas (Luiziane Lins, do PT, e Eduardo Girão, do Podemos). De Pernambuco, conseguiram cadeira na comissão o senador Humberto Costa (PT) e o deputado federal Túlio Gadelha (PDT).

Dois espaços serão ocupados por maranhenses. São os senadores Roberto Rocha (PSDB) e Weverton (PDT).

Sergipe e Paraíba conseguiram uma vaga com os senadores Rogério Carvalho (PT), e Veneziano Vital do Rêgo (PSB), respectivamente.

“Precisamos dar um basta nisso e descobrir quais são os focos dessa indústria de fake news que abala a democracia brasileira e que, muitas vezes, coloca uma pecha em alguém que não merece ser avacalhado, vamos assim dizer”, afirmou Angelo Coronel.

Já Túlio Gadêlha afirmou que é preciso discutir mecanismos de combate à disseminação de notícias falsas.

Rebeca Silva

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