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Bahia de Feira de Santana, exemplo de clube-empresa que deu certo

Desde 2009 o Bahia vem mantendo um crescimento em nível de estrutura e gestão profissional no futebol do Nordeste

Maio 28, 2019 às 18:04 - Por:

O Bahia de Feira de Santana é um exemplo de clube-empresa que deu certo. Arena Cajueiro faz parte de um moderno complexo. Foto: Divulgação

O Bahia de Feira de Santana é um exemplo de clube-empresa que deu certo. Arena Cajueiro faz parte de um moderno complexo. Foto: Divulgação

O Bahia de Feira de Santana foi fundado em 1937, mas o salto veio em 2009 quando o Bahia passou a ser verdadeiramente um clube empresa administrado pelo Grupo Nobre, e hoje é presidido pelo Professor Jodilton Oliveira Souza e pelo filho Thiago Oliveira, que preside o Conselho Deliberativo.

No sábado passado (25) estive em Feira de Santana para transmitir Bahia x América, pela Série D do Brasileiro e confesso que sai da Arena Cajueiro, boquiaberto com a estrutura que foi montada em favor de um futebol administrado com ampla e total visão profissional.

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Durante entrevista ao repórter Dionisio Outeda da 98FM, Jodilton Souza disse que quando comprou as ações do Bahia de Feira que pertenciam a um empresário de Salvador, Jodilton queria inicialmente usar o time como apoio e estágios para os cursos de medicina e educação de física de uma Universidade que pertence ao grupo que ele administra.

Depois incrementou o futebol profissional trilhando uma trajetória de sucesso e conquistas. Em 2009 foi tricampeão da segundona baiana e chegou às semifinais da elite em 2010, vencendo times como o Bahia e o Vitória. Em 2011 foi campeão do Torneio Início do Campeonato Baiano e do Campeonato Baiano, chegou ao título do Estadual  pela primeira vez, desbancando o tradicional Esporte Clube Vitória dentro do Barradão e garantiu  uma vaga na Série D e na Copa do Brasil.

Em 2018 o Bahia de Feira inaugurou o Estádio Professor Jodilton Souza, que também abriga o  maior CT do interior da Bahia, a Arena Cajueiro.

A Arena Cajueiro, abriga  um centro de treinamento que dispõe de vestiários, apartamentos para a base, suítes para profissionais, auditório com capacidade para 100 pessoas, academia, sala de jogos, posto médico, salas de atendimento para serviços de psicologia, serviço social, fisioterapia e nutrição, cabines para imprensa, camarotes, refeitórios com capacidade para 40 pessoas.

Em nível de desenvolvimento do futebol, o empresário disse que a iminente perda de 3 pontos pelo uso irregular de um atleta na primeira rodada do Brasileiro deste ano, de fato aconteceu e que o Bahia vai ” se defender no STJD, mas se por acaso perdermos na Justiça Desportiva, vamos aceitar e isso não vai atrapalhar o nosso planejamento de crescimento”.

O Bahia de Feira é um exemplo de sucesso de um clube com gestão de empresa, o que tentou fazer em Ceará-Mirim, o empresário Marcone Barretto. Nos Verdes Canaviais, o projeto não decolou e o Globo passa hoje pelas mesmas dificuldades dos demais clubes profissionais do RN.

Marcos Lopes

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