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As “férias” forçadas de quem joga as Séries C e D do Brasileiro

Com calendário curto, jogadores e profissionais das Séries C e D amargam a falta de trabalho. A dura realidade da maioria dos profissionais da bola

agosto 30, 2019 às 12:17 - Por:

No último dia 28, mostrei aqui no blog a realidade do fechamento de postos de trabalho no futebol brasileiro em razão do calendário estabelecido pela CBF, especialmente nas Séries C e D.

O Arena da TV Ponta Negra deu sequência ao tema e ouviu jogadores e também o presidente da FENAPAF, Felipe Augusto Leite.

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Insisto que é preciso que as partes interessadas em uma mudança, alargamento de calendário se unam. Federações, clubes, entidades representativas de jogadores e treinadores, tem interesses comuns. É preciso que a CBF faça com que a Série C seja disputada nos moldes da A e B, e que ao mesmo tempo, avalie como alterar a Série D, que é profundamente injusta no atual sistema.

Na Série C, quem caiu ou não classificou para a segunda fase, parou no último dia 25 de agosto. Quem chegar até a final, joga até o comecinho de outubro. Na Série D, o quadro é ainda mais cruel.

A D começa em maio com 68 times. A primeira fase vai até 9 de junho, quando 34 times foram eliminados. Os 32 que avançaram fizeram dois jogos e a metade encerrou as atividades em 23 de junho. Os 16 que sobreviveram,  jogaram mais duas vezes e a metade parou em 8 de julho. Sobraram 8 que jogaram até  21 de julho, e por fim os quatro que subiram e que jogaram as semifinais até 4 de julho e depois a decisão do título que foi disputada em 18nde agosto.

É ou não é um calendário cruel, um sistema de disputa crudelíssimo?

Marcos Lopes

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